Almanaque "ÁFRICAS" Parte 3

Turma 402 Egito... da África





O TEMA É...
EGITO.
O que será que essa turminha preparou pra gente?


EGIPTOLOGIA

Egiptologia é o estudo da cultura egípcia. É uma área da arqueologia e da história antiga.
Ainda que comumente associada ao período faraônico, a Egiptologia também se estende desde as origens pré-dinásticas (anterior à unificação - 3150 a.C) até períodos mais recentes da história do Egito.




Banquete de faraó
No Egito, mais de cinco mil anos de história nos contemplam através de pratos, ingredientes e usos culinários que mantêm viva uma pequena parte do legado dos faraós. A cozinha do país se orgulha de uma trajetória longa e um passado glorioso, conservando alguns dos seus pratos mais marcantes, após vários milênios de mudanças.


Baklava
Massa recheada de nozes aromatizada com água mel ou com uma infusão de flor de limão.



Ingredientes

Massa:

750 g de massa folhada
Recheio:
500 g de nozes (4 xícaras de chá)
½ xícara (chá) de açúcar
1 colher (chá) de canela em pó

Calda:
3 xícaras (chá) de água
3 ½ xícaras (chá) de açúcar
1 ½ xícara (chá) de mel
1 pedaço de canela em pau
5 ou 6 cravos
Modo de Preparo
Massa:

Abra a massa folhada pronta e corte 5 partes no tamanho da forma que será usada e 1 parte um pouco maior que a forma (total: 6 partes)
Corte mais 2 folhas de massa folhada, coloque-as sobre uma assadeira e sobre as 2 partes coloque uma grade, para que não percam a forma
Asse as duas partes em forno pré-aquecido a 170°C por 25 ou 30 min
Reserve
Recheio:

Passe os 500 g de nozes no processador, misture o açúcar, a canela e as nozes
Servirá como recheio
Reserve
Montagem na forma:

Forre o fundo e a lateral de uma forma quadrada (24 cm x 24 cm x 6,5 cm) com manteiga e papel-manteiga e monte o doce da seguinte forma:
Coloque 4 folhas de massa folhada cruas
Espalhe um pouco do recheio de nozes
Coloque sobre a farofa 1 folha de massa folhada assada
Espalhe mais recheio de nozes e cubra com a outra folha de massa folhada assada
Espalhe o restante do recheio e finalize com a folha de massa folhada crua maior, acertando as laterais na forma
Pincele manteiga derretida
Coloque em forno pré-aquecido a 170°C e asse por 1 h
Retire o doce do forno, deixe esfriar e regue com a calda ainda quente, deixe esfriar novamente
Calda:
Ferva 3 xícaras (chá) de água com 3 ½ xícaras (chá) de açúcar por 5 min
Adicione 1 ½ xícara (chá) de mel, 1 pedaço de canela em pau, 5 ou 6 cravos e ferva por mais 5 min
Retire os cravos e a canela e deixe ferver por mais 5 min, mexendo sempre.
Fonte: http//tudogostoso.uol.com.br/receita/217-baklava-de-nozes.html


As Famosas Pirâmides do Egito
Das sete maravilhas do mundo antigo, as oitenta pirâmides são as únicas sobreviventes. Foram construídas por volta de 2690 a.C., a 10 km do Cairo, capital do Egito. As três mais célebres pirâmides de Gizéh (Quéops, Quéfren e Miquerinos) ocupam uma área de 129.000 m2. A maior delas (Queóps) foi construída pelo mais rico dos faraós, e empregou cem mil operários durante 20 anos. Se enfileirássemos os blocos de granito das três pirâmides, eles dariam a volta ao mundo.

"O tempo ri para todas as coisas, mas as pirâmides riem do tempo".

Curiosidades sobre as Pirâmides
- Estas três majestosas pirâmides foram construídas como tumbas dos reis Kufu (ou Quéops), Quéfren, e Menkaure (ou Miquerinos) - pai, filho e neto.
- A maior delas, com 147 m de altura (49 andares), é chamada Grande Pirâmide, e foi construída cerca de 2550 a.C. para Kufu, no auge do antigo reinado do Egito.
- As pirâmides de Gizéh são um dos monumentos mais famosos do mundo.
- Como todas as pirâmides, cada uma faz parte de um importante complexo que compreende um templo, uma rampa, um templo funerário e as pirâmides menores das rainhas, todo cercado de túmulos (mastabas) dos sacerdotes e pessoas do governo, uma autêntica cidade para os mortos.











CURIOSIDADE:







































ESFINGES


















  • Esfinges são monstros fabulosos com cabeça humana e corpo de leão.

A mais conhecida é a esfinge de Gizéh, nas proximidades de Mênfis, no Egito, a pouco mais de cem metros das pirâmides e junto à foz do Nilo.
Ela é mais antiga que as pirâmides e teria sido construída por Quéfren. Mede 39 metros de comprimento e 17 metros de altura.

A esfinge, em grego, personifica um "monstro que estrangula quem não adivinhar os seus enigmas".
A esfinge egípcia é uma antiga criatura mítica, icônica, tida como um leão estendido — animal com associações solares sacras — com uma cabeça humana, usualmente a de um faraó.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

PALAVRAS DE ORIGEM EGÍPCIA
Algumas palavras da língua portuguesa, como alquimia, química, adobe, saco, papel, gazela e girafa, têm origens na língua egípcia.
De igual forma, certas expressões, como "anos de vacas magras", são também de origem egípcia.
A palavra algoritmo deriva do nome árabe do inventor da álgebra - e é apenas uma das palavras portuguesas de origem árabe, como álcool, azimute, nadir, zênite, café, laranja, garrafa e oásis. Existem muitas mais.
A língua portuguesa foi francamente enriquecida devido à passagem dos árabes pela península ibérica, especialmente nas áreas técnicas (artesanato, agricultura, etc).



Palavras Cruzadas
Encontre as palavras de origem egípcia:
química, saco, papel, gazela e girafa
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Curiosidade:
* As Palavras Cruzadas foram criadas no Egito há 2000 anos; encontradas num fragmento de papiro, remanescente do período Greco-Romano com pistas e enigmas baseadas nos mesmos princípios da moderna palavra cruzada. 







Mitologia e Religião Egípcia


Mitologia egípcia ou religião egípcia refere-se às divindades, mitos e práticas cultuais dos habitantes do Antigo Egito, que eram politeístas acreditavam em vários deuses.


O Livro dos Mortos



O Livro dos Mortos evoluiu dos Textos da Pirâmide do Velho Reino – os textos funerários mais velhos do mundo. Esses encantos e rituais eram inscritos nas paredes da tumba de egípcios de alta classe apenas. No Reino do Meio estes segredos tornaram-se disponíveis para qualquer um que pudesse pagar um ritual de funeral e eram inscritos dentro dos caixões, para que as múmias ‘lessem’. Eventualmente, os textos de caixão se transformaram no Livro dos Mortos que era bastante usado durante o Novo Reino.
O coração era o centro da vida dos egípcios, por isso quatro feitiços eram dedicados para proteger o coração do morto. Feitiço número 23, a ‘Abertura da Boca’, era também crucial, já que restaurava os sentidos da múmia na vida após a morte.



Escaravelhos
No Egito Antigo, o escaravelhos eram seres sagrados, sendo usados como amuletos relacionados com a vida após a morte e a ressurreição.
É considerado um símbolo de sorte por nascer entre as fezes do camelo no calor do deserto.
Eram muito usados nas mumificações para proteger o morto no caminho para o Além.


Baset – deusa egípcia
Na mitologia egípcia, Bastet, é uma divindade solar e deusa da fertilidade.
UMA GATA OU UMA MULHER com cabeça de gata simbolizava a deusa. Considerada a a protetora dos lares, das mães, e das crianças.
Deusa da música e da Arte; responsável pela alegria, dança, canto e pelo amor. Seu amor materno poderia se transformar em ferocidade, para defender os filhos.
Um simbolismo belíssimo.


Museu do Louvre – Londres
 




Fontes: http://magiadooriente.vilabol.uol.com.br/mitologia.htm
http://www.khanelkhalili.com.br/curiosidades.htm


Múmias


As múmias são cadáveres embalsamados por algumas sociedades que acreditam no retorno do espírito ao corpo.
Tal processo, chamado de mumificação, tem como fim preservar o corpo para a recepção do "espírito".
Os antigos egípcios tinham o costume de embalsamar os seus faraós. Todos os órgãos eram retirados e os cadáveres eram enrolados em uma espécie de bandagem. Os órgãos internos retirados das múmias eram armazenados em vasos canopticos (funerários).Os faraós eram enterrados com todos os seus bens.


Curiosidades:
MUMIFICAÇÃO - EMBALSAMAMENTO
* Mumificação é o nome do processo aprimorado pelos egípcios em que retiram-se os principais órgãos, além do cérebro do cadáver, dificultando assim a sua decomposição. Geralmente, os corpos são colocados em sarcófagos de pedra e envoltos por faixas de algodão ou linho. Após o processo ser concluído são chamados de múmias.
Eram embalsamados da seguinte maneira: em primeiro lugar, cérebro, intestinos e outros órgãos vitais eram retirados. Nessas cavidades, colocavam-se resinas aromáticas e perfumes.
Depois, os cortes eram fechados. Mergulhava-se então o cadáver num tanque com nitrato de potássio (salitre) para que a umidade do corpo fosse absorvida. Ele permanecia ali por setenta dias. Após esse período, o corpo era lavado e enrolado numa bandagem de algodão, com centenas de metros, embebida em betume, uma substância pastosa. Só aí o morto ia para a tumba. Esse processo conservava o cadáver praticamente intacto por séculos.
A múmia do faraó Ramsés II, que reinou no Egito entre 1304 e 1237 a.C., foi encontrada em 1881 apenas com a pele ressecada. Os cabelos e os dentes continuavam perfeitos.


Curiosidades:
Tumbas:Encontrada no Egito tumba de 3.300 anos do rei Ken-Amun


A tumba, feita de tijolos e lama, encontra-se decorada com cenas e inscrições conhecidas do período Ramessida. A tumba consiste em uma sala retangular com um teto abobadado de pedra e um poço profundo com o formato quadrado.



Sítio arqueológico em Ismailia, a 120 km do Cairo
O Conselho Supremo de Antiguidades do Egito divulgou no dia 14 de abril de 2010 ter descoberto a tumba do rei Ken-Amun, da 19ª Dinastia (1.315 - 1.201 a.C).
De acordo com o representante do Conselho, Zahi Hawass, a tumba de 3.300 anos foi encontrada por arqueólogos durante escavações e estava abaixo de 35 outras tumbas da era romana. O túmulo recém descoberto está em ótimo estado de conservação.


Curiosidades:
CALENDÁRIO EGÍPCIO
O Calendário egípcio é considerado o primeiro calendário da história da humanidade.
O calendário solar (a marcação é baseada nos movimentos do sol), foi utilizado por primeira vez pelos egípcios, há cerca de 6000 anos. Destaque-se que esta precisão do calendário solar egípcio há 6000 anos só foi possível graças à posição geográfica do país, de onde se pode observar Sírius, que é a mais brilhante estrela do céu.
Nesta contagem, o ano possuía 12 meses de 30 dias cada mês, que perfazia 360 dias. Entretanto, 5 dias a mais eram adicionais no final do ano para comemorar o aniversário de Osíris, Hórus, Ísis, Neftis e Set, com isso o calendário totalizava 365 dias. Já dividiam o dia em 24 horas.
Registre-se que os egípcios chegaram a notar que a duração exata do ano era de 365 dias e 1/4, mas não chegaram a corrigir o calendário, senão em 238 a.C.


PAPIROS & HIERÓGLIFOS

* Os papiros eram os papéis da antiguidade. Apesar de aparência frágil, duraram milhares de anos e sua conservação nos trouxe muito da vida existente naquela época.

Os escribas desenhavam os hieróglifos (alfabeto egípcio), nos papiros e paredes.

Os hieróglifos foram usados durante um período de 3500 anos para escrever a antiga língua do povo egípcio.
Existem inscrições desde antes de 3000 a.C. até 394 d.C., data aparente da última inscrição hieroglífica, numa pedra descoberta na Ilha de Philae.
Constituíam uma escrita monumental e religiosa, pois era usada nas paredes dos templos, túmulos, etc. Existem poucas evidências de outras utilizações.
Quando e como desapareceram os hieróglifos
Durante os mais de 3 milênios em que foram usados, os egípcios inventaram cerca de 6900 sinais. Um texto escrito nas épocas dinásticas não continha mais do que 700 sinais, mas no final desta civilização já eram usados milhares de hieróglifos, o que complicava muito a leitura, sendo isso mais um dos fatores que tornavam impraticável o seu uso e levaram ao seu desaparecimento.










Curiosidade:
                O papiro é um tipo de papel feito a partir da planta do papiro (Cyperus papyrus - a planta daninha mais difundida no mundo).A planta do papiro é considerada sagrada e fartamente encontrada no Delta do Nilo.
O talo do papiro pode atingir até 6 metros de comprimento. A flor da planta, composta de finas hastes verdes, lembra os raios do sol e é exatamente por ter esta analogia com o sol, divindade máxima desse povo, que o papiro era considerado sagrado. O miolo do talo era transformado em papiros e a casca, bem resistente depois de seca, utilizada na confecção de cestos, camas e até barcos.
Acredita-se que a técnica dos papiros foi desenvolvida pelos egípcios desde 4000 a.C.



RIO NILO
* O Nilo é um rio do nordeste do continente africano que nasce a sul da linha do equador e deságua no Mar Mediterrâneo.
A sua bacia ocupa uma área de 3 349 000 km2 abrangendo o Uganda, Tanzânia, Ruanda, Quênia, República Democrática do Congo, Burundi, Sudão, Etiópia e Egito. A partir da sua fonte mais remota, no Burundi, o Nilo apresenta um comprimento de 6695 km.
O Nilo, desde tempos imemoriais, é a base de tudo para as populações ribeirinhas a ele.
Era o Nilo que fornecia a água necessária à sobrevivência e do plantio do Egito. No período das cheias, as águas do rio Nilo transbordam o leito normal, cerca de 20 km, e inundam as margens, depositando aí uma camada riquíssima de húmus, aproveitada com sabedoria pelos egípcios. Tão logo o período de enchente passa, aproveitam ao máximo o solo fértil para o cultivo.
"O Egito é uma dádiva do Nilo" (Heródoto)
É formado pela confluência de três outros rios, o Nilo Branco (Bahr-el-Abiad), o Nilo Azul (Bahr-el-Azrak) e o rio Atbara. O Nilo Branco é formado principalmente do degelo do Monte Heha, que se torna um curso de água no Burundi com nome de Kagera e deságua no Lago, de onde nasce o Nilo Branco. O Nilo Azul (Bahr-el-Azrak) nasce no Lago Tana (Etiópia), confluindo com o Nilo Branco em Cartum, capital do Sudão.

Atualmente, o Nilo garante a sobrevivência de um décimo da população africana.



Estátuas e Máscaras




ESTÁTUA IDENTIFICADA COMO SENDO DA DAMA TAKUSHIT
XXII/XXIII Dinastias, c. 730 a.C. Madeira coberta de gesso, pintada e dourada; Tebas, Egito Antigo. 34,4 cm.
Esta mulher tinha a função sacerdotal de“esposa divina do deus Amon”, para a qual eram escolhidas as jovens de descendência real, preferencialmente uma filha de Faraó. Essa era a função de maior destaque que uma mulher poderia exercer no sacerdócio egípcio, o que lhe valia também grande poder político.





ESTÁTUA DE ÍSIS LACTANTE

Início do Período Ptolomaico, 310 a.C. Bronze; Egito Antigo. 21 cm
A deusa Ísis é protetora do lar e da família. Aqui aparece representada amamentando seu filho divino, o deus Hórus, sob a forma de um príncipe real. As imagens de Ísis, feitas em bronze, foram muito populares nos períodos que antecederam a chegada do cristianismo ao Egito, e podem ter originado as imagens que representam a Virgem Maria.





ESTATUETA DE JOVEM DAMA EGÍPCIA
 
XVIII dinastia, 1500 a 1450 a.C. Estatueta em cálcareo policromático. Tebas, Egito. 10,9 cm de altura.
Essa imagem fragmentada representa uma mulher da elite trajando vestido de linho pregueado. Ela segura nas mãos uma flor de lótus, sinal de renascimento, e na cabeça traz um cone de incenso. Representações femininas como esta são características da sofisticação e luxo deste período.





ESTÁTUA DO DEUS BÉS
Período Ptolomaico, c. 350 a. C.
Rocha e pasta de vidro. Egito 16,9 cm
O deus Bés era representado como uma figura grotesca, meio homem, meio leão, com a função protetora de afugentar o mal. Evitava pesadelos, protegia os recémnascidos, e por isso estava sempre presente nas residências egípcias, tanto ricas quanto pobres.


Fonte:http://www.museunacional.ufrj.br/MuseuNacional/arqueologia/egito_antigo/EGITO%20ANTIGO.htm


Máscaras
As crenças dos antigos egípcios se concentravam não apenas na vida cotidiana mas também, na perspectiva da vida após a morte. Os egípcios antigos usavam máscaras elaboradas com grande efeito e eram geralmente usadas como máscaras mortuárias. Eles acreditavam que preservar o corpo na morte pelo processo de mumificação era importante para manter viva a sua alma. As máscaras mortuárias eram utilizadas para cobrir o rosto das múmias.










Acervo: Peças do Egito Antigo
Inauguração: 1902
Atração principal: Pertences de Tutancâmon
Local: Cairo, Egito



Um Pouco da Atualidade...


ABU SIMBEL
Abu Simbel é um complexo arqueológico constituído por dois grandes templos escavados na rocha, situados no sul do Egito, no banco ocidental do rio Nilo perto da fronteira com o Sudão, numa região denominada Núbia, a cerca de 300 quilômetros da cidade de Assuan.
No entanto, este não é o seu local de construção original; devido à construção da barragem de Assuan, e do conseqüente aumento do caudal do rio Nilo, o complexo foi transladado do seu local original durante a década de 1960 (isso mesmo, o monumento foi todo desmontado e reconstruído em outro local a fim de ser salvo de ficar submerso), com a ajuda da UNESCO.
Os templos foram mandados construir pelo faraó Ramsés II em homenagem a si próprio e à sua esposa preferida Nefertari, no Século XIII a.C. durante a XIX dinastia. A construção começou a cerca de 1284 a.C. e terminou aproximadamente vinte anos mais tarde.
Ramsés II iniciou o seu reinado em 1290 a.C. e reinou durante 66 anos, durante os quais mandou construir numerosos templos não só com o intuito de impressionar as nações vizinhas mostrando a grandiosidade do Egito e o poder do seu faraó, mas também recuperar o seu prestígio, perdido depois dos distúrbios religiosos e políticos durante o reinado de Akhenaton da XVIII dinastia quando Akhenaton tentou forçar a mudança do culto aos deuses egípcios ( politeísmo) para o culto a um deus único Atón (monoteísmo).
Como foi descoberto o templo
Com a passagem do tempo, os templos ficaram cobertos de areia o que provocou o seu esquecimento até que, em 1813, um orientalista suíço, Jean-Louis Burckhardt, descobriu o friso do topo do templo de Ramsés.
Burckhardt falou da sua descoberta ao explorador italiano Giovanni Belzoni que, embora deslocando-se para o Egito, foi incapaz de descobrir a entrada do templo.
Belzoni regressou em 1817, conseguindo desta vez encontrar a entrada e levando com ele todos os tesouros que encontrou no templo que pudessem ser transportados.
O Grande templo de Abu Simbel é um dos mais bem conservados de todo o Egito.
A sua fachada tem 33 metros de altura e 38 metros de largura, a sua entrada foi concebida como um pilone (porta monumental flanqueada por duas torres trapezoidais.A fachada é constituída por quatro estátuas com vinte metros de altura que representam o faraó Ramsés II sentado ostentando a coroa dupla da unificação entre o alto e o baixo Egito, a barba postiça, um colar e um peitoral com o nome de coroação. A segunda dessas estátuas foi parcialmente destruída por um terremoto em 27 a.C., a cabeça e o tronco de Ramsés encontram-se próximo da entrada.  Na porta do templo existe uma inscrição criptográfica do nome do faraó: Ser-Ma'at-Ra e no meio das pernas das grandes estátuas podem ver-se pequenas estátuas de familiares de Ramsés II.
                                                           O santuário interno prolonga-se por 55 metros de profundidade e era o local mais sagrado do Grande Templo; por essa razão apenas o faraó lá podia entrar.
O grande templo de Abu Simbel é considerado uma das mais grandiosas obras do faraó Ramsés II e, para muitos arqueólogos, é o maior e mais belo dos templos.



A BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA
* Alexandria é uma cidade ao norte do Egito, situada a Oeste do delta do rio Nilo, às margens do Mar Mediterrâneo. É o principal porto do país, a principal cidade comercial e a segunda maior cidade do Egito. Tem cerca de 4.4 milhões de habitantes.
Possui vastas instalações portuárias(embarque de algodão). O algodão egípcio é o melhor do mundo.
A cidade ficou conhecida pelo fato de tornar-se, na antiguidade, o centro de todo conhecimento do homem, com a criação da Biblioteca de Alexandria.
A Biblioteca de Alexandria foi uma das maiores bibliotecas já construídas. Considera-se que tenha sido fundada no início do Século III a.C., durante o reinado de Ptolomeu II.
Estima-se que a biblioteca tenha armazenado mais de 400.000 rolos de papiro, podendo ter chegado a 1.000.000. Foi destruída parcialmente inúmeras vezes, até que em 646 foi destruída num incêndio acidental (acreditou-se durante toda a Idade Média que tal incêndio houvesse sido causado pelos árabes).

Interior da biblioteca de Alexandria
A instituição da antiga biblioteca de Alexandria tinha como o principal objetivo preservar e divulgar a cultura nacional. Continha livros que foram levados de Atenas. Existia também matemáticos ligados à biblioteca, como por exemplo Euclides de Alexandria. Ela se tornou um grande centro de comércio e fabricação de papiros.
A lista dos grandes pensadores que freqüentaram a biblioteca e o museu de Alexandria inclui nomes de grandes gênios do passado. Importantes obras sobre geometria, trigonometria e astronomia, bem como sobre idiomas, literatura e medicina, são creditados a eruditos de Alexandria. Segundo a tradição, foi ali que 72 eruditos judeus traduziram as Escrituras Hebraicas para o grego, produzindo assim a famosa Septuaginta (nome de uma tradução da Torá para o idioma grego, feita no Século III a.C.).
Uma nova biblioteca foi inaugurada em 2003 próxima ao sítio da antiga.




KARKADEH - O CHÁ EGÍPCIO
Karkadeh é o mais tradicional chá egípcio preparado com a flor de hibíscus.
Pode parecer brincadeira, mas sob aquele calor intenso praticamente o ano inteiro, os egípcios tomam chá, principalmente chá preto, hortelã, alcaçuz e claro, karkadeh.
Um detalhe interessante sobre o karkadeh é que ele é um chá que inicia uma negociação na hora da barganha. Quando não se chega a um consenso sobre o preço de uma mercadoria, pede-se "at karkadeh" (traga karkadeh); é sinal que o papo vai longe e que a negociação vai sair.

servido quente ou frio é extremamente saboroso. Tem gosto herbáceo. É exótico. Azedinho no começo e doce no final. Alguns egípcios exageram na quantidade de karkadeh na hora de seu preparo e o chá fica parecendo uma tinta vermelha, de tão forte.Pode ser servido quente ou frio. Ambos são ótimos. Experimente quando puder.O chá de flor de hibíscus é utilizado como base para diversos chás de frutas vermelhas: morango, framboesa, cereja, amoras. Ele ajuda a conferir sabor e a cor original da fruta.


Sugestões de Filmes:

ASTERIX E CLEÓPATRA



Sinopse



No Egito, César insulta a bela Cleópatra dizendo-lhe que sua nação está condenada a viver sob o regime de semi-escravidão aos romanos. Ela decide provar a ele que seu povo não é decadente e que ele está enganado. Para isto irá construir um magnífico palácio em Alexandria, em menos de três meses. Mas, como isso seria possível? Por sorte, o incompetente arquiteto de Celópatra conhece o druida gaulês Panoramix e pede uma “forcinha” ele. Astrix e Obelix o acompanham nessa missão que terá muito mais aventura, até mesmo contra o próprio César.


O PRÍNCIPE DO EGITO



Sinopse
No Egito antigo, quando os hebreus lá viviam como escravos e o faraó Seti, temendo o constante nascimento de crianças hebréias, pois no futuro poderiam se tornar uma força que ameaçasse seu poder, ordena que todos os bebês hebreus do sexo masculino sejam afogados. Uma hebréia se desespera ao ver que seu filho poderá ser morto e, para salvá-lo, o coloca em uma cesta no rio. A criança acaba sendo encontrada pela rainha, assim Moisés é criado como irmão de Ramsés, o herdeiro do trono de Seti. Os dois crescem e se tornam grande amigos, mas Moisés acaba descobrindo sua origem, decide abandonar o palácio e libertar os hebreus, para levá-los para a Terra Prometida.


A MÚMIA







Sinopse
Em 1926, um grupo de arqueologistas descobre uma tumba na cidade perdida de Hamunaptra. Dentro da tumba é encontrado o corpo de Imhotep (Arnold Vosloo), o sacerdote do Faraó Seti (Aharon Ipalé), que foi mumificado vivo além de ter recebido a mais terrível das maldições por ter dormido com a amante do faraó e, movido por ciúme doentio e amor, ter matado o Faraó. No entanto, quando um dos membros da expedição lê um manuscrito que foi encontrado pelo grupo e traz Imhotep de volta à vida, ele ressurge cheio de ódio e só pensa em reencontrar sua amada e destruir todos que cruzem o seu caminho, trazendo consigo as dez pragas do Egito.
Fonte:http://www.filmesdecinema.com.br/filmes-de-egito/




RESULTADO DO NOSSO TRABALHO!!!






“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.”
Rubem Alves



















































Nos inspiramos em Cabo Verde!






























E... Viva o nosso FUTEBOOOOL!
































Dedicação e Colaboração!!!























Olhem, que Felicidade!!!!

































Vamos ver um pouco mais do que aprendemos sobre a África!!!!







































OS BICHOS DA ÁFRICA TAMBÉM ESTÃO AQUI!













































































































































Parabéns Eliabe pelo lindo desenho!!!













A COPA ESTÁ CHEGANDO.......
ESTAMOS PREPARADOS!!!!





















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