Almanaque "ÁFRICAS" Parte 2


Turma 101

Animais da África



Zebra


A Zebra é um animal muito rebelde e raramente se deixa domesticar. É menor que o seu parente, o Cavalo, e muito parecida no aspecto e nos hábitos ao Asno Selvagem. Em épocas remotas, pelo peculiar desenho da sua pele, eram conhecidas por «cavalos-tigre».
Vive nas Savanas.


Leão

O Leão é o Rei da Selva. Dono e poderoso chefe de todos os animais, é ele quem mais ordena !
A pelagem é amarelo-acastanhada, tendo as crias um padrão malhado, que geralmente desaparece na fase adulta. O macho apresenta uma espessa juba e um tufo de pêlo na extremidade da cauda. A juba, com variedades de cores, geralmente, é um cinza-prateado ou um vermelho-amarelado. Quanto mais escura a sua juba, mais velho é o leão. Têm a cara achatada, olhos arredondados e um pescoço relativamente curto.
Tempo de Vida: 15 a 20 anos 
Vive nas Savanas.


Hipopótamo

O Hipopótamo é um herbívoro de grande tamanho, que passa o dia em rios ou charcos, saindo de água apenas durante a noite para se alimentar. Hipopótamo quer dizer "cavalo do rio", mas de cavalo ele não tem nada. Se há parentesco, é com o porco, tanto no aspecto, como em características anatômicas: ambos tem patas de quatro dedos, providos de grandes cascos.
Vive nos Rios, represas e lagos.

Chita

É o animal mais veloz do planeta - podendo atingir uma velocidade de 110 Km / h. De porte elegante, é um animal muito ágil, que persegue as suas presas somente até pequenas distâncias desistindo, por cansaço, após cerca de 370 m.
O comprimento do Corpo varia entre 1.20 m e 1.50 m, enquanto o comprimento d Cauda varia entre 60 cm e 80 cm. Tem uma Altura entre 60 cm e 76 cm. O Peso é cerca de 28 a 65 Kg.
Vive nas Savanas.
Girafa

A Girafa é o animal mais alto do Mundo, com uma altura de mais de 5,5 m, onde o pescoço representa quase metade desta altura. Apesar de seu enorme pescoço, possui sete vértebras como os demais mamíferos: sete!
- Tem de altura 5,5 m, incluindo o pescoço que mede 2 m. Pesa cerca de 1.000 Kg. Os machos são maiores do que as fêmeas.
Vive na África (a sul do deserto do Sara).

Rinoceronte

Este é o maior mamífero terrestre em tamanho, depois do Elefante. O Rinoceronte Branco na verdade não é branco, mas um pouco mais claro que o seu primo, o Rinoceronte Preto.

O comprimento é de 4 m, de altura tem 2 m e pesa até 4 toneladas.

Curiosidades sobre os Rinocerontes:

São animais grandes, pesados, de corpo robusto e patas curtas.
Podem alcançar a velocidade de 45 km/h.
A visão do rinoceronte é pobre, mas o animal compensa essa deficiência com um olfato e audição muito desenvolvidos.
Excelente nadador, o rinoceronte passa várias horas dentro d'água aliviando as picadas dos insetos que atacam sobre tudo nas juntas da couraça.
Vive nas Savanas.

Javali Africano
 

O Javali Africano é o único suídeo acostumado a pastar na savana africana.
O Comprimento oscila entre os 90 cm e 1.5 m e a Altura entre 63.5 cm e os 85 cm. O Peso varia entre os 50 e os 150 Kg.
A pele do Javali Africano assemelha-se à ardósia ou à argila na cor e é muito grossa, permitindo frequentemente que o animal escape de ser severamente ferido. O Javali Africano é mais delgado que os outros porcos, com os membros nivelados para trás e comparativamente longos. Tem os pêlos espalhados, bigodes e uma juba de pêlo comprido. Macho e fêmea têm presas, embora as dos machos sejam maiores e muito mais proeminentes. Os olhos desse animal ficam no alto da face, permitindo-lhe avistar predadores a uma distância grande.
Vive na África Central e Sul (Gana, Somália e África do Sul).
 
Crocodilo do Nilo

O rei das águas: o Crocodilo do Nilo. Embora seja ágil em curtas distâncias na terra, existem poucos outros predadores mais formidáveis do que o Crocodilo do Nilo.
O Comprimento é geralmente de 5 m, podendo por vezes exceder este valor. O Peso pode chegar até 1 tonelada.
Vive em Lagos, rios, pântanos e lagoas.

Elefante-Africano

O Elefante é o maior e o mais imponente dos habitantes da selva - o verdadeiro Rei! Concederam os homens ao Leão uma realeza, por assim dizer, de direito. O Elefante dispõe dela de facto. Tem a Força, a Inteligência e o Porte.
Os Machos têm cerca de 3 m de altura e podem atingir um peso de 5/6 toneladas. Quanto às fêmeas, têm cerca de 2,5 m de altura e pesam entre 3 a 3,5 toneladas.
Vivem em Florestas, montes e savanas.



Leopardo

O Leopardo é um animal cruel, mas belo ! O seu caminhar ondulante, os seus movimentos graciosos e um olhar estranho são fascinantes. Acreditava-se que o Leopardo africano, a Pantera asiática e a Pantera Negra de Java eram espécies animais diferentes. Hoje sabe-se que não é assim. O nome Leopardo é usado no continente africano, e Pantera é mais comum na Ásia.
Tem de comprimento 1,5 m, e a cauda pode atingir 1 m. De altura, tem cerca de 80 cm. Pode chegar a pesar até 80 Kg.
Vive na África e Ásia.
Fonte:http://animais.com.sapo.pt/Africaa.html








TURMA 201
Brincadeiras Africanas





Brincar é coisa de criança

pular, jogar, cantar, nadar

quantas travessuras gostosas da infancia !


Fazer arte com muitas tintas coloridas

andar de bicicleta pelas ruas e avenidas

correr pelos campos , pisar a terra molhada

colher frutas das árvores , conversar com a bicharada


Rolar na grama
lambuzar a boca de sorvete

chupar pirulito e cana

escorregar num colorido tapete

respirar o ar da liberdade

isso é que é brincar de verdade


Autoras : Úrsula Avner e Ana Elisa Renault
Fonte: http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://4.bp.blogspot.com/_5ohf7aqBvOg/SpAqMZUMM6I/AAAAAAAABCo/u-2EN-TA76s/s320/brincadeiras%2B2.jpg&imgrefurl=http://poesiasinfantisdeursulaavner.blogspot.com/






OFICINA DE OURI




Desde o mês de maio o Sr. José Miguel,  funcionário de nossa Unidade Escolar, tem realizado oficinas de Ouri com as turmas.
"Trata- se de um jogo pertencente à família dos jogos de mancala, oriundo da República de Cabo Verde. É feito para duas pessoas e jogado num tabuleiro de 12 casas com 48 pedras. A maior diferença do mancala tradicional é que neste não se coloca pedras nos mancalas ("pedras comidas") dos jogadores. Só quando a ultima pedra jogada calha no lado do inimigo e nessa casa fiquem 2 ou 3 pedras é que se pode recolher. Nesse caso também se recolhem todas as pedras em casas anteriores a essa desde que sejam 2 ou 3. Objectivo: O objectivo do jogo é recolher mais sementes que o adversário. Todas as sementes têm o mesmo valor, e, vence o jogador que obtiver 25(ou mais) sementes".



Sr. José Miguel foi apelidado carinhosamente de Portuga por alguns, devido ao seu peculiar sotaque, no entanto, a maioria desconhece que sua origem real na verdade é o continente africano. Quem acabou ganhando mesmo com isso foi a criançada, com mais um divertimento e muitas novas aprendizagens.
 

O Ouri, sendo um jogo muito simples, alia a capacidade de aceitar e seguir uma regra, o desenvolvimento da memória, a agilidade de raciocínio, o gosto pelo desafio e a construção de estratégias pessoais, a par de um enorme prazer que este tipo de jogos proporcionam, constituindo assim um importante factor de crescimento emocional e social. 

          http://pimctic-5h.blogspot.com/2008/07/ouri-jogo-africano.html 
         http://pt.wikipedia.org/wiki/Ouri                                                    











Pular corda, pular elástico, chicotinho queimado, a dança do jongo, cama de gato, cinco marias, futebol, escravo de jó são algumas das brincadeiras de origem africana. Vamos destacar:





 Brincadeiras de roda




As brincadeiras de roda têm origem na ancestralidade africana. A brincadeira de roda é uma manifestação popular de caráter infantil onde todos seguem as regras para que se possa brincar.

Fonte:  http://www.uniblog.com.br/acaradobrasil/240094/brincadeiras-de-roda.html


 Escravos de Jó


ESCRAVOS DE JÓ
JOGAVAM CAXANGÁ
TIRA,PÕE, DEIXA FICAR
GUERREIROS COM GUERREIROS
FAZEM ZIGUE,ZIGUE,ZÁ

_ MATERIAL Uma pedrinha para cada criança ou qualquer outro objeto pequeno.
_ PARTICIPANTES No mínimo dois.
_ ORGANIZAÇÃO Em círculo, sentados no chão.
_ COMO BRINCAR Cada um coloca uma pedrinha à sua frente. Enquanto canta, a criança pega a sua pedra e coloca na frente do colega, sentado à sua direita. Nos versos “Tira, põe / Deixa ficar!”, todas tiram a pedrinha da frente do colega, colocam na sua frente e a deixam ali por alguns segundos. Quando cantam “Guerreiros com guerreiros”, as crianças retomam os movimentos até o verso “Fazem zigue, zigue, zá!” Nesse momento, os participantes seguram a pedra movimentando-a de lá para cá e deixando-a, por fim, na frente do colega.


Cama-de-gato

 

A cama-de-gato é uma brincadeira com barbante. Consiste em trançar um cordão entre os dedos das duas mãos e ir alterando as figuras formadas. A brincadeira é praticada em diversas partes do mundo. Uma versão mais moderna é trançar um elástico com as pernas.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/cultura-brasileira/ult1687u12.jhtm



PULAR CORDA




Enquanto dois jogadores tocam a corda, cada um do grupo pula cantando a cantiga: “Um homem bateu na minha porta e eu abri. Senhoras e senhores, pulem num pé só. Senhoras e senhores, ponham a mão no chão. Senhoras e senhores, dêem uma rodadinha.
E vão, pro olho da rua!” (sair fora),.
Quem conseguir chegar primeiro ao final, sem errar no pulo, será o vencedor.
Fonte: http://so-brincadeiras.blogspot.com/2009/03/pular-corda.html

CHICOTINHO QUEIMADO






Um dos participantes será o Chicotinho queimado.

Ele irá esconder um objeto para que os outros o encontrem. Quando alguém se aproximar do objeto o Chicotinho queimado vai dando pistas: Diz “Quente” se a pessoa estiver perto do objeto, “frio” se estiver longe, “morno” se estiver se aproximando.


Ganha quem achar o objeto, será a sua vez de escondê-lo.


Fonte: http://so-brincadeiras.blogspot.com/2009/03/chicotinho-queimado.html


TURMA 403
FÁBULAS AFRICANAS


Texto retirado do Livro O Príncipe Medroso e outros Contos Africanos recontados por Anna Soler-Pont 
 


O Sapo e o Escorpião 
Certa vez, um escorpião aproximou-se de um sapo que estava na beira de um rio.
O escorpião vinha fazer um pedido:
"Sapinho, você poderia me carregar até a outra margem deste rio tão largo?" 

 
O sapo respondeu: "Só se eu fosse tolo! Você vai me picar, eu vou ficar paralizado e vou afundar." Disse o escorpião: "Isso é ridículo! Se eu o picasse, ambos afundaríamos."
Confiando na lógica do escorpião, o sapo concordou e levou o escorpião nas costas, enquanto nadava para atravessar o rio.
No meio do rio, o escorpião cravou seu ferrão no sapo.
Atingido pelo veneno, e já começando a afundar, o sapo voltou-se para o escorpião e perguntou: "Por quê? Por quê?"
E o escorpião respondeu: "Por que sou um escorpião e essa é a minha natureza."



CRUZADINHA







    1.  O que o escorpião cravou no sapo?
    2. Qual personagem participa da fábula além do escorpião?
    3.  O sapo estava na beira de onde?
    4.  Quantos personagens haviam na fábula?
    5. Quem se voltou contra o sapo? 






































Por que o escorpião picou o sapo?
(A) Porque eles eram inimigos.
(B) Porque ele era um escorpião e essa era sua natureza.
(C) Porque o sapo não aceitou carregar ele.
Resposta: (B)


Por que o escorpião pediu ajuda ao sapo?
(A) Porque queria atravessar o rio.
(B) Porque o sapo era gentil.
(C) Porque estava com a perna quebrada.
Resposta: (A)























Aluno Alex









Sugestão de Leitura:


Fábulas e suas Origens
Os Dois Reis de Gondar (Etiópia) 
A Princesa, o fogo e a chuva (Gana e Outros países da África Ocidental)
O Príncipe medroso (Somália, Etiópia e Outros países da África Oriental)
O crocodilo e o macaco (Quênia)
O sonho da tartaruga (conto banto de Camarões e outros países)
O Cruzeiro do Sul (lenda zulu da África do Sul)
As brigas entre o Sol e a Lua (lenda da África Ocidental: Costa do Marfim, Gana, Togo...)





Nossa Poesia



A CANÇÃO DO AFRICANO


Lá na úmida senzala,
Sentado na estreita sala,
Junto ao braseiro, no chão,
Entoa o escravo o seu canto,
E ao cantar correm-lhe em pranto
Saudades do seu torrão ...


De um lado, uma negra escrava
Os olhos no filho crava,
Que tem no colo a embalar...
E à meia voz lá responde
Ao canto, e o filhinho esconde,
Talvez pra não o escutar!


"Minha terra é lá bem longe,
Das bandas de onde o sol vem;
Esta terra é mais bonita,
Mas à outra eu quero bem!


"0 sol faz lá tudo em fogo,
Faz em brasa toda a areia;
Ninguém sabe como é belo
Ver de tarde a papa-ceia!


"Aquelas terras tão grandes,
Tão compridas como o mar,
Com suas poucas palmeiras
Dão vontade de pensar ...


"Lá todos vivem felizes,
Todos dançam no terreiro;
A gente lá não se vende
Como aqui, só por dinheiro".


O escravo calou a fala,
Porque na úmida sala
O fogo estava a apagar;
E a escrava acabou seu canto,
Pra não acordar com o pranto
O seu filhinho a sonhar!


O escravo então foi deitar-se,
Pois tinha de levantar-se
Bem antes do sol nascer,
E se tardasse, coitado,
Teria de ser surrado,
Pois bastava escravo ser.


E a cativa desgraçada
Deita seu filho, calada,
E põe-se triste a beijá-lo,
Talvez temendo que o dono
Não viesse, em meio do sono,
De seus braços arrancá-lo!


CASTRO ALVES


Fonte: http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://1.bp.blogspot.com/_QMjm9v8L2gM/Sw52CzOxzoI/AAAAAAAAE2U/vRR2HB0H8









TURMA 301 - MULHERES AFRICANAS



Mulheres Egípcias





CLEÓPATRA VII - (69 a.C. à 30 a.C).









* Cleópatra foi uma das mulheres mais conhecidas da história da humanidade e um dos governantes mais famosos do Antigo Egito, sendo conhecida apenas por Cleópatra, ainda que tivessem existido outras Cleópatras a precedê-la, e que permanecem desconhecidas do grande público.
Nunca foi a detentora única do poder no seu país - de fato co-governou sempre com um homem ao seu lado: primeiramente o seu pai, o seu irmão (com quem casaria mais tarde) e, depois, com o seu filho.
Em todos estes casos, os seus companheiros eram apenas reis titularmente, e, dela era a autoridade de fato.
Algumas de suas excentricidades são citadas em livros de história:
- Ocupava vinte damas de companhia na preparação de seus banhos.
- Ficava até seis horas mergulhada na água extraída de plantas aromáticas.
- Cleópatra testava e eficiência de seus venenos dando-os aos escravos.



Filme:
CLEÓPATRA
Sinopse

47 A.C., Egito. A rainha Cleópatra (Leonor Varela) está no exílio, pois seus irmãos usurparam-lhe o trono. O Egito é parte do império romano e está em débito com Roma, logo Júlio César (Timothy Dalton) e seu exército foram até Alexandria para receber o débito. Cleópatra, que tramava sua volta, conheceu Júlio César quando tinha 18 anos. Essa relação gerou um filho, mas os seguidores romanos de César e Calpúrnia (Caroline Langrishe), sua esposa, não gostaram desta união. Na verdade César tinha apenas uma filha com sua mulher e já tinha escolhido Otávio (Rupert Graves) como seu sucessor. Para Otávio este filho extra-conjugal com Cleópatra é visto como uma ameaça à sua futura liderança. Assim Brutus (Sean Pertwee) e outros legisladores romanos delineiam o assassinato de César, que quando é morto em idos de março de 44 A.C. gera uma revolta contra os conspiradores, graças principalmente ao discurso inflamado de Marco Antônio (Billy Zane), um general romano, nos funerais de César.

Fonte:http://www.filmesdecinema.com.br/filmes-de-egito/



A Rainha de Sabá






 A rainha de Sabá ao lado de seu amado Salomão


Pouco se sabe sobre a belíssima rainha de Sabá, cuja história é repleta de mistério. A parte conhecida de sua história está relatada no Velho Testamento, datadas no século 6 d.C., e em um dos livros de Talmudu (coletânea das tradições orais judaicas).
No Alcorão (livro sagrado muçulmano) encontramos referência à suposta cidade natal da rainha, Marid. Dentre todos os relatos a respeito da rainha de Sabá, o mais conhecido é o da Etiópia, o Kebra Nagast, do século 11 a.C. Segundo esse documento, ela teria assumido o trono com apenas 15 anos de idade, após a morte do pai.
Em Sabá as mulheres e os homens possuíam praticamente os mesmos direitos, por isso sua coroação foi muito festejada pelos súditos. A única coisa que fazia a diferença entre homens e mulheres em seus direitos era a determinação religiosa de a rainha manter-se virgem. Como uma boa seguidora dos costumes de seu povo, Bilqis como era chamada no Alcorão, aceitou conformada. Já que não poderia jamais deliciar-se dos prazeres carnais, dedicou-se ao estudo da filosofia e do misticismo. Seu reinado esbanjou luxo e riqueza, isso graças à farta colheita, que era estimulada por avançadas técnicas de irrigação, e à localização privilegiada que impulsionava o comércio. Sabá era ponto de encontro de mercadores vindos de todos os lugares. Vendia-se e comprava-se de tudo pelas pequenas ruas do reino, em especial mercadorias oriundas do Oriente. Para se distrair a rainha circulava em meio ao tumulto do comércio. Gostava de conversar com os viajantes, foi em uma dessas conversas, que sobe da existência do rei Salomão. Foi o chefe das caravanas reais, Tamrim, que lhe relatou a história de tal rei.
Ele vendia incensos de Sabá para diversos lugares do mundo e trazia muitos tecidos e jóias para a rainha. Ao retornar de uma viagem à cidade de Jerusalém, ele contou que havia feito negócios com um rei cujo nome era Salomão, muito rico e que tinha fama de sábio e generoso. A soberana ficou muito intrigada com os dotes intelectuais do rei de Jerusalém, então resolveu viajar para conhecer o soberano pessoalmente. Anunciou que iria junto com Tamrim em sua próxima viagem à Jerusalém, para isso saiu pelo reino em busca de presentes para Salomão.
A comitiva tinha 800 animais, apesar da curta distância a viagem durou seis meses. Chegando à Jerusalém, a rainha se dirigiu ao palácio, trajando roupas caras, coberta de jóias e seguida por servos trazendo os presentes para o anfitrião. Divertiu-se testando a sagacidade de Salomão, muito culta e bem-humorada ela disparou um arsenal de charadas com a intenção de desafiá-lo. O rei, muito sábio, não deixou nenhuma pergunta sem resposta.
Por sua vez, Salomão pregou a ideologia e os valores de sua religião, o Judaísmo, e conquistou mais uma adepta. Como um grande sedutor, ele também cortejou a visitante. Mesmo tendo feito o voto de castidade, a rainha de Sabá em sua primeira noite no palácio não resistiu ao charme de Salomão e se entregou a ele. Permaneceu meses na companhia de Salomão e retornou para casa grávida do amado, o filho foi chamado de Menilek.
Após o retorno da rainha, os relatos foram se tornando escassos. Dessa forma, a célebre e lendária rainha tornou-se um grande enigma da história, não há comprovação de sua verdadeira história e nem relatos de seu fim.
Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola
Fonte: http://www.brasilescola.com/historia/rainha-saba.htm






A turma 301 e suas lindas Negras de garrafa Pet





Descobertas:



31-JULHO-DIA DA MULHER AFRICANA











PINTURA DE ROSITA LARSSON
Aproveitando este período em que se comemora o aniversário da União dos Países Africanos, achamos importante dar realce ao trabalho feito pela mulher africana em prol do desenvolvimento geral de Africa.
Lembramos que no dia 31 de Julho se comemora o internacional da Mulher Africana e que a origem da data foi na Conferência da Mulheres do Oeste Africano em 1961.
Ali surgiu a idéia de comemorar o dia da Mulher Africana, e um ano mais tarde a 31 de Julho de 1962
em Dar Es Salaam, foi criada organização Panafricana das Mulheres que tem como principais objetivos a luta pela promoção de todas as mulheres africanas.
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A MULHER AFRICANA
Sabe-se que o esqueleto do espécimen humano mais antigo do mundo é de uma mulher africana com idade de 3,5 milhões de anos, descoberto na África Oriental pelo Professor Leakey e denominado por ele Lucy (Lúcia) deduzindo-se assim que Eva, o primeiro ser humano, era mulher e africana.



MEMÓRIA DE MUITAS CONQUISTAS









Desde há longos anos que a mulher africana tem sabido enfrentar com amor e coragem uma luta gigantesca provocada por diversos motivos. Lutou contra a opressão colonial, contra a fome, miséria teve que se deslocar de uma terra para outra à procura de sobrevivência por causa das guerras civis em muitos dos países Africanos.
As Mulheres Africanas têm lutado incansavelmente para conseguir modificar os errados conceitos da sociedade em relação aos direitos das mulheres. Têm demonstrado uma coragem impressionante e apesar das imensas dificuldades que lhes têm sido apresentadas não perderam a alegria e demonstram uma força inquebrantável para conseguirem alcançar o seu objetivo principal:

DIREITOS IGUAIS E UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA


Das atividades realizadas na década da Mulher 1975/1985 participando em inúmeras conferências, e em especial na tão importante Conferência de Beiijing em 1995 donde saiu a Plataforma de Ação ajudou-as a reforçar a tomada de consciência do seu papel na sociedade e verificaram-se muitos progressos.
Muitas Mulheres Africanas se tem destacado em todos os planos desde a cultura à guerra, e até chegaram aos Prémios Nobel.

Foram muitas as suas conquistas. Seria demasiado enumerá-las mas queremos dar exemplos das que achamos realmente importantes tais como sua integração na Rede das Mulheres, a Marcha das Mulheres que começou NA Filadélfia em 31 de Outubro de 1997.



UM LONGO CAMINHO A PERCORRER
Apesar dos passos dados resta ainda um longo caminho a percorrer...Mas a coragem e a capacidade de resistência das Mulheres lhes darão a esperança de caminhar rumo a um futuro de mais Dignidade, Justiça e Paz.
A luta pela igualdade e pelo desenvolvimento continua,sabendo que até a vitória final haverá entretanto necessidade de instruir milhões e milhões de mulheres e de crianças,
e sobretudo os homens necessitados até progredirem as sociedades atuais Tal é a nossa luta
Embora possa parecer estranho muito se poderia escrever sobre o trabalho e a dedicação de imensas mulheres africanas.
Fonte:http://xiboa.com/Mulheres/mulher_afr.htm




Notícias
























Exposição mostra mulheres africanas feitas de reciclados

Mônica Nunes/Débora Spitzcovsky - 10/05/2010
A cidade de São Paulo receberá a exposição “Mulheres Africanas”, da artista plástica Surama Caggiano, a partir do dia 30 de maio, no TU Mercado de Arte e Moda. A mostra traz vários mosaicos de mulheres africanas, em tamanho real, feitos apenas com materiais reciclados.
Entre as matérias-primas utilizadas por Caggiano para criar às africanas, de aproximadamente 1,80m de altura e turbantes e vestidos coloridos, estão cascos de palmeiras, elementos cenográficos que já perderam a utilidade e CDs antigos.
De acordo com Caggiano, além de ser mais sustentável, o uso de reciclados para produzir os mosaicos aumenta às opções de cores dos artistas e, ainda, dá mais leveza às peças, em comparação aos ladrilhos e cerâmicas usados habitualmente para fazer os mosaicos.

A exposição Mulheres Africanas é gratuita e fica em exibição na cidade de São Paulo até o dia 4 de junho.

Exposição “Mulheres Africanas”
Data: de 30 de maio a 4 de junho
Horário: de segunda a sábado, das 10h às 20h, e domingos e feriados, das 10h às 20h
Local: TU Mercado de Arte e Moda
Endereço: Rua Pedroso de Morais, nº 793, Pinheiros – São Paulo/SP
Entrada gratuita
*Surama Caggiano

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/mulheres-africanas-surama-caggiano-arte-sustentabilidade-558050.shtml












História de um mito



Miriam Makeba, a lendária voz do continente africano
(AFP) – 10 de Nov de 2008
JOHANNESBURGO (AFP) — A lendária cantora sul-africana Miriam Makeba, que faleceu em 10 de novembro de 2008, na Itália aos 76 anos de idade, foi uma das grandes vozes na luta contra o apartheid, compromisso que pagou com mais de 30 anos de exílio.
Nascida em Johanesburgo em 4 de março de 1932, filha de mãe suazi e pai xhosa, Makeba, que dizia não ter cantado nunca "para a política, mas sim para a verdade", começou a carreira muito cedo, se apresentando em casamentos e festas.
Sua trajetória internacional teve início quando, aos 20 anos, se uniu ao grupo sul-africano The Manhattan Brothers e adotou o nome Miriam, abandonando seu nome zulu, Uzenzile. Pouco depois formou seu próprio grupo, o Skylarks, integrado exclusivamente por mulheres.
Em 1959, inaugurou uma turnê internacional, tornando-se conhecida no ano seguinte no Festival de Veneza, quando as autoridades sul-africanas revogaram sua nacionalidade por ter participado do documentário antiapartheid "Come Back Africa".
Refugiou-se primeiro em Londres, rumando depois para os Estados Unidos, onde se tornou conhecida pela canção "Pata Pata", escrita em 1956, que fez enorme sucesso com várias gerações em todo o mundo.
Reconhecida por sua capacidade de misturar o blues, o gospel e o jazz com ritmos tradicionais africanos, Makeba alcançou a fama definitiva com "The Click Song" e "Malaika", dois dos mais de 30 discos que lançou ao longo de sua extensa carreira.
Suas músicas, no entanto, foram proibidas na África do Sul, devido às denúncias contra o regime racista sul-africano que fez perante a ONU em 1963.
A voz de Makeba celebrou todas as independências do continente africano, motivo pelo qual ficou conhecida como "Mama Afrika". Também cantou, junto com seu mentor, Harry Belafonte, no aniversário do presidente americano John F. Kennedy em 1962.
Em 1966, Makeba recebeu um Grammy pelo álbum "An evening with Harry Belafonte and Miriam Makeba".
Durante os anos 70 e 80, Makeba cantou em todo o mundo, participando de prestigiados festivais de jazz. Em 1987, participou da turnê Graceland, do cantor Paul Simon. Pouco depois, publicou a autobiografia "Makeba: minha história".
Seu primeiro marido foi o trompetista de jazz sul-africano Hugh Masekela. Posteriormente, uniu-se ao líder do movimento Black Power, Stokely Carmichael. Devido à militância ativa, ambos foram considerados persona non grata pelas autoridades americanas e se refugiaram na Guiné, mas acabaram se divorciando em 1973.
A única filha de Makeba, Bongi, nascida quando a mãe tinha 17 anos, morreu na Guiné em 1985. Depois de seu falecimento, a cantora decidiu deixar o país, e foi morar em Bruxelas.
Convencida por Nelson Mandela, em 1992 voltou definitivamente a seu país de origem, instalando-se no subúrbio de Johannesburgo. Lá, continuou lutando contra as injustiças e fundou um centro de reabilitação para adolescentes.
Em 2005, cansada de viajar, Makeba iniciou sua última turnê. "Devo passar pelo mundo todo para dizer obrigada e adeus", explicou na época em uma entrevista concedida à AFP, na qual também expressou o desejo de que suas cinzas fossem jogadas no Oceano Índico. "Assim eu vou poder viajar de novo para todos esses países", justificou.


Miriam Makeba durante apresentação no teatro Olympia de Paris, em 1974
Fonte:http://afp.google.com/article/ALeqM5juxasdvscUviVoxmGgiZDMF-yv6A



Cantoras da África
Relação de cantoras africanas:



Marrie Dalme
Miriam Makeba
Maíra Andrade
Lura
Sara Tavares



Receita das africanas
Feijoada



Ingredientes:
2kg de feijão preto
2 pés de porco (chispes)
1 língua de porco defumada e limpa
1kg de dobradinha (tripas ou bucho)
400g de toucinho de fumeiro
250g de toucinho salgado
1kg de rabinho de porco, salgado
1kg de carne de vaca
1kg de orelha e focinho de porco,
salgados
1kg de costelinhas de porco defumadas ou salgadas
2 ou 3 paios
1kg de lombo de porco salgado
1kg ou mais de linguiça de porco
1kg de carne seca
3 ou 4 folhas de louro
2 cebolas grandes
10 a 12 dentes de alho
2 a 3 copos de
suco de laranja
Preparo:
Ponha de molho de véspera (separadamente) o feijão e as 
carnes salgadas. Na manhã seguinte afervente as carnes salgadas e a dobradinha, jogando fora a água. Leve então ao fogo o feijão com o louro, os pés, a língua defumada, a dobradinha, as peles dos toucinhos, o rabinho e a carne de vaca. As carnes devem ser cozinhadas em pedaços grandes para que, caso cozinhem antes do tempo, possam ser retiradas, voltando só no final (antes de adicionar a cebola e o alho). Mais ou menos uma hora depois, junte a orelha e o focinho, o toucinho salgado e 250g do toucinho de fumeiro, as costelinhas, os paios e o lombo. Meia hora depois, junte a linguiça. Em uma frigideira, frite os 150g restantes do toucinho de fumeiro cortado em cubos. Quando os torresmos estiverem prontos, retire-os da frigideira. Na gordura que restou, doure as cebolas batidinhas e o alho socado e jogue-os na panela da feijoada. Quando os feijões já estiverem macios, para engrossar o caldo, amasse umas 2 ou 3 conchas de feijão e volte para a panela (depois disso, diminua o fogo e preste bastante atenção para que não pegue no fundo). Se faltar sal, acrescente. Junte o suco de laranja à panela e desligue o fogo logo depois.

Na hora de servir, ponha as carnes em uma travessa separada. Sirva com farofa, arroz branco solto, couve cortada bem fina e refogada na
manteiga, os torresmos (que podem ser misturados com a couve) e rodelas de laranja, além de molho de pimenta.
 Fonte: www.cozinhabrasileira.com/feijao/feijoada.html



Artesanato das Mulheres Africanas

 
Colares, pulseiras, objetos de
decoração, cestas, garrafas e presépio
O artesanato sul-africano é bem diversificado, pois apresenta muita riqueza cultural em razão das produções feitas a partir de materiais próprios da região, extraídos da natureza. É reconhecido mundialmente em virtude de suas belezas e estilo próprio.
Com uma bandeira de cores fortes e desenho marcante, estes são aproveitados e valorizados nos artigos produzidos manualmente, como bijuterias, chaveiros, enfeites de cozinha, vasos, objetos de decoração, potes, etc.
Os artigos possuem originalidade, com desenhos geométricos que caracterizam as cores do país, mas também com requintadas e exóticas formas geométricas africanas.
Alguns projetos são desenvolvidos no país a fim de promover a melhora da qualidade de vida de parte da população carente, aumentando a fonte de renda das famílias. Através deles, tradições artesanais são passadas de geração em geração, onde crianças aprendem a confeccionar bolsinhas e pequenas cestas, feitas de palha de palmeiras ou matérias-primas da cultura indígena; que, ao serem vendidas, proporcionam o ingresso dessas crianças nas escolas, através do fruto do próprio trabalho. Alguns objetos demoram cerca de um mês para serem produzidos pelas mãozinhas infantis.
As mulheres fabricam garrafas em forma de lâmpadas; bacias em forma de cestos, usadas para transportar grãos ou como fruteiras; minúsculas tigelas usadas para armazenar nozes, docinhos, etc.; tigelas abertas, decoradas com pérolas na parte de dentro; jogos de tigelas padronizadas; dentre outros.
Aproveitam materiais descartados como fios de telefone, utilizando-os para enfeitar saleiros, pimenteiras e castiçais, dando um colorido bem forte aos mesmos.
Com folhas de palmeira, encontradas abundantemente na região, confeccionam cúpulas de abajures, pois as mesmas são bem flexíveis e duráveis. A produção dessas peças surgiu através de um projeto que visa reorientar mulheres que têm talento artístico e que ficavam ociosas nas zonas rurais. O projeto tem como objetivo fortalecer a fonte de renda dessas pessoas, através da venda dos artigos fabricados.
A variação dos artigos vai desde bolsas, sacolas e cestas até objetos de decoração, como gaveteiros, cúpulas de abajures, lixeiras, fruteiras, sombrinhas, dentre outros, sendo aproveitados por decoradores e vendidos para hotéis, pousadas locais ou mesmo para outros países.
Com o desenvolvimento desse projeto, a qualidade de vida dessas mulheres artesãs mudou muito, pois desenvolvem um trabalho digno capaz de sustentá-las.
Fonte: www.brasilescola.com/africa-do-sul/artesanatos-africa-sul.htm




Um gostinho da nossa criatividade...
 






























TURMA 302
Palavras de Origem Africana



Línguas africanas

Distribuição das línguas africanas
Conhecem-se mais de 1000 línguas, que estão actualmente divididas nas seguintes quatro famílias de línguas:








 

Línguas não-africanas faladas na África




Os grupos mencionados são as famílias de línguas originárias de África. No entanto, existem várias línguas que pertencem a famílias de línguas não-africanas, como o malgaxe que é uma língua austronésia e o africâner (que se pode considerar uma língua "nativa") que pertence à família das línguas indo-européias, assim como o são, no léxico, a maioria das línguas crioulas de África.
Para além disso, a maior parte dos países africanos adaptou como, pelo menos uma das suas línguas oficiais, uma língua européia - o português, nas ex-colônias portuguesas, o francês nas francesas e o inglês nas inglesas - e, neste momento, estas línguas são faladas pela população urbana desses países e, em geral, por todas as pessoas com uma escolaridade significativa. A língua alemã e a língua italiana são ainda faladas por minorias respectivamente na Namíbia e Camarões, que foram colônias alemãs, e na Somália, da qual uma parte foi colônia italiana.


 
Dicionário ilustrado de Palavras de Origem Africana




Acarajé - Quitute da culinária afro-brasileira feito de massa de feijão-fradinho,cebola e sal, frito em azeite-de-dendê e servido puro ou, opcionalmente, com pimenta, camarão seco e vatapá.
Abará - Tem a mesma massa que o acarajé. A diferença é que o abará é cozido, enquanto que o acarajé é frito.









Acará – Peixe de esqueleto ósseo









Angu – Massa de farinha de milho (fubá), de mandioca, de arroz, com água e sal, e escaldada ao fogo.








Batuque – Qualquer das danças africanas ou brasileiras acompanhada por instrumentos de percussão.












Cachimbo – Aparelho para fumar, composto de fornilho e um tubo.












Canjica – Papa de milho verde ralado












Caçula - O mais moço ou o que é mais novo dos filhos ou dos irmãos











Dendê – Fruto do dendezeiro

















Fubá – Farinha de milho ou de arroz









Iemanjá – deusa africana a mãe d' água dos iorubás.










Inhame – Planta medicinal e alimentícia com raiz parecida com o cará.






 
Moleque – Homem sem palavra ou menino pequeno








Moqueca – Ensopado de peixe, mariscos e camarão com leite de coco e azeite de dendê







Pamonha – Doce de Milho Verde










Pipoca – O grão de milho arrebentado ao calor do fogo








Quitute – Petisco, iguaria








Rapadura – Doce feito de açúcar mascavo







Samba – Dança de Origem Africana









Senzala – Alojamento dos escravos






Vatapá – Iguaria a base de peixe ou galinha, com camarão seco, amendoim, etc.; temperado com azeite de dendê e pimenta.



Fonte:http://www.slideshare.net/guest2aaba2/palavras-de-origem-africana



Receitas:





Bolo de Fubá







Ingredientes

4 ovos


2 xícaras de chá de açúcar


2 xícaras de chá de trigo


1 xícara de chá de fubá


3 colheres de sopa de margarina


1 xícara de chá de leite


4 colheres de chá de fermento

Modo de Preparo




  1. Bater as claras em neve, acrescentar o açúcar, continuar batendo




  2. Acrescente aos poucos as gemas, a margarina, o leite, a farinha de trigo, o fubá e continue batendo




  3. Coloque por último o fermento, bata por mais 1 minuto




  4. Coloque a massa numa forma untada e deixe assar em forno médio pré aquecido por aproximadamente 30 minutos
Fonte:
http://tudogostoso.uol.com.br/receita/79-bolo-de-fuba-da-vo-maria.html




Vatapá



 




Ingredientes

70g de camarão seco defumado

- 250g de postas de peixe branco

- ½ cebola cortada em rodelas

- 1 tomate sem pele cortado em cubos

- 2 colheres (chá) de coentro empPó

- ½ xícara (chá) de pimentão verde

- 1 colher (chá) de pimenta calabresa em flocos

- 20 mL de suco de limão

- 3 colheres (sopa) de azeite de dendê

- ½ xícara (chá) de castanha de caju torrada

- ½ xícara (chá) de amendoim descascado

- 1 colher (chá) de gengibre ralado

- 2 unidades de pão de forma sem casca

- ½ xícara (chá) de leite de coco

- ½ xícara (chá) de água

- Sal e pimenta do reino preta a gosto 
 

Modo de Preparo




  1. Deixe o camarão de molho até dessalgar




  2. Torre o amendoim e retire a pele




  3. Tempere as postas de peixe com sal e pimenta do reino e reserve




  4. Em outra panela, refogue a cebola, o tomate, o coentro em pó e o pimentão na metade do azeite de dendê




  5. Acrescente as postas por cima do refogado e deixe cozinhar por mais 5 minutos




  6. Em seguida, salpique com pimenta calabresa




  7. Regue com suco de limão e a outra metade do azeite de dendê




  8. Tampe a panela, leve ao fogo médio e cozinhe até que fique macio




  9. Retire do fogo e separe as postas do molho




  10. Corte as postas em pedaços pequenos e reserve




  11. Misture ao molho o camarão seco, a castanha de caju, o amendoim e o gengibre




  12. Coloque no processador sem moer muito
Fonte:http://tudogostoso.uol.com.br/receita/1336-vatapa.html